Um ano regular para a TDS Racing

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Campeã da ELMS em 2012 e presente na categoria desde 2010 a equipe Thiriet by TDS Racing entrou em 2013 com a obrigação de defender o título da classe LMP2. Depois de 2 vitórias este ano e como o retorno de Mathias Beche era esperado um bicampeonato. Porém na última etapa em Paul Ricard problemas técnicos acabaram dando o título a equipe Alpine.

Para 2014 os planos da equipe incluem o WEC e a ELMS. Em entrevista ao site endurance.info Xavier Combet faz uma análise da temporada.

P. No início da temporada o objetivo era manter o título da ELMS?

R. “Teríamos que terminar à frente Signatech Alpine em Paul Ricard para ganhar o segundo título consecutivo e terminar com estilo. As coisas não saíram como planejado, com a perda da roda. As corridas são boas quando as coisas fluem naturalmente. Estávamos preparados da mesma forma que a maioria pilotos e equipe familiarizadas com esta pista. Foi em Paul Ricard onde ganhamos a nossa primeira vitória na LMP2. Este ano, todos progrediram. A equipe Murphy assim como a Jota Sport e Signatech-Alpine. Vimos um Oreca 03, que não foi chamado Oreca 03 e foi o único carro equipado com pneus Michelin. Isso não me incomoda, todos tem um estilo. Tínhamos tudo para fazer um bom trabalho. Sabíamos que os fabricantes de pneus poderiam desempenhar um papel importante. A Michelin é boa de chuva e Dunlop em pista seca. No final, ambos são equilibrados de acordo com as condições. A Dunlop tem prestado um bom suporte bem como a Oreca está presente em termos de chassis e motor. “

P. A ELMS teve uma boa temporada de recuperação?

R. “Foi uma temporada gratificante.Claro, gostaríamos de ter mais LMP2 no futuro.  Quanto ao fato de que da ELMS fazer provas em conjunto com a World Series by Renault, não tenho formada sobre o assunto.  Nossos clientes têm contado com o principal campeonato de classe, mas nós achamos que é difícil conciliar as duas series ficar devido à falta de espaço. Eu gostaria apenas de dizer que a atmosfera no paddock é muito boa. Hoje, os parceiros estão investindo para se divertir. Nós não estamos vendendo um negócio. Qual equipe fez os eventos em cada corrida com 50 pessoas? Temos de encontrar as ferramentas certas para que as coisas não fracassar e perdermos importantes parceiros.”

P. Poderemos ver a equipe no WEC em 2014?

R. “Estamos diante de um dilema financeiro. Hoje, não sei os custos do WEC. Pensei em competir ELMS, as 24 Horas de Le Mans e algumas corridas nos Estados Unidos. Ainda estamos estudando também o caso das 24 Horas de Daytona, como Sebring e Petit Le Mans. Estamos esperando os regulamentos técnicos, antes de tomar a decisão final. Para retornar ao WEC, eu acredito que ainda existe uma falta de benefícios para os LMP2. Para nós, seria interessante ter dois carros na ELMS. Se tivermos este segundo carro, haverá uma segunda oportunidade de ir as 24 Horas de Le Mans. Ter um segundo carro para manutenção não seria um problema para nós, ou para correr nos Estados Unidos, teríamos que ter uma base lá. Pensamos também na classe LMPC em paralelo. Se decidirmos ir correr em Daytona, é claro que vamos para uma vitória com três pilotos. A  ELMS foi difícil porque o LMP1 estava presentes com SPA e Silverstone. Acho que seria bom participar de algumas etapas do WEC no futuro. “

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5 anos ago
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Written by Fernando Rhenius
Apaixonado pelo automobilismo, seja ele real ou virtual. Me envolvi com o Endurance há muito tempo e desde 2009 tento, levar um pouco de informação e conhecimento sobre uma das principais categorias do automobilismo.