{"id":96,"date":"2016-07-02T20:11:50","date_gmt":"2016-07-02T20:11:50","guid":{"rendered":"http:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/?p=96"},"modified":"2016-07-03T05:15:33","modified_gmt":"2016-07-03T05:15:33","slug":"sobre-a-escrita-a-arte-em-memorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/sobre-a-escrita-a-arte-em-memorias\/","title":{"rendered":"Sobre a Escrita &#8211; a arte em mem\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_98\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.24.55.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-98\" class=\"wp-image-98\" src=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.24.55.jpg\" alt=\"(Foto: Fernando Rhenius)\" width=\"1000\" height=\"562\" srcset=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.24.55.jpg 2592w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.24.55-300x169.jpg 300w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.24.55-768x431.jpg 768w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.24.55-1024x575.jpg 1024w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.24.55-350x197.jpg 350w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.24.55-860x484.jpg 860w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-98\" class=\"wp-caption-text\">(Foto: Fernando Rhenius)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Um bilhete, uma reda\u00e7\u00e3o ou um livro. Passar uma informa\u00e7\u00e3o da maneira mais correta e sem ru\u00eddos \u00e9 algo que parece simples, mas nem sempre \u00e9 assim. Em uma gera\u00e7\u00e3o que parece ter prazer em escrever errado, criando palavras e as poucas certas que sabem, acabam abreviando de um jeito que parece uma escrita em hier\u00f3glifos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Todos sabem escrever, mas isso \u00e9 feito da maneira certa? O livro de Stephen King,<strong><a href=\"http:\/\/www.objetiva.com.br\/livro_ficha.php?id=1532\"> Sobre a Escrita<\/a><\/strong> (On Writing, t\u00edtulo original) \u00e9 uma das melhores obras do autor sem sobra de d\u00favida. N\u00e3o tem morte, n\u00e3o tem mist\u00e9rio. As 256 p\u00e1ginas do livro s\u00e3o uma mescla de mem\u00f3rias, e dicas de como se tornar um escritor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Mesmo que sua ambi\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja ser um ferrenho produtor de livros, a obra de King \u00e9 superior a muitos comp\u00eandios de gram\u00e1tica. Com um texto leve e minado de exemplos, as p\u00e1ginas do livro mostram a melhor forma de como \u201caprender\u201d a escrever.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Curr\u00edculo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A primeira parte do livro pode se considerar com a autobiografia do autor. Quem \u00e9 f\u00e3 de King, vai ter esta como a preferida do livro. Muitas obras j\u00e1 foram feitas para tentar explicar o porqu\u00ea do sucesso do auto. Suas hist\u00f3rias, muitas premiadas, tiveram sua origem em fatos do seu cotidiano.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Exemplos de como foi a produ\u00e7\u00e3o de <strong><a href=\"http:\/\/www.objetiva.com.br\/livro_ficha.php?id=1339\">Carrie<\/a><\/strong> ou <strong><a href=\"http:\/\/www.objetiva.com.br\/livro_ficha.php?id=1382\">Misery<\/a><\/strong> v\u00e3o surpreender, e provar que tem uma eximia facilidade em transformar pessoas comuns em dem\u00f4nios. King nos leva aos prim\u00f3rdios das suas mem\u00f3rias com passagens da inf\u00e2ncia, adolesc\u00eancia e vida adulta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o nasceu em ber\u00e7o de ouro, e muito antes do primeiro trabalho ser publicado, seus textos foram negados por diversas revistas e editoras. Sendo perseverante e tendo um in\u00edcio de vida sem dinheiro, Stephen foi teimoso e emplacou pequenos trabalhos, at\u00e9 obter sucesso com Carrie.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Mesmo admitindo nunca gostar de Carrie, \u00e9 inevit\u00e1vel que foi ela que levou King ao estrelato, em um momento complicado da sua fam\u00edlia. Passando por priva\u00e7\u00f5es, o cheque de 200 mil d\u00f3lares pela publica\u00e7\u00e3o deixou ele e Tabitha em \u00eaxtase. \u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>Nunca consegui gostar de Carrie White. E nunca confiei nos motivos que levaram Sue Snell a mandar o namorado ir ao baile com Carrie, mas eu realmente tinha algo bom ali. Como uma carreira inteira pela frente. De alguma forma, Tabby sabia disso, e, quando cheguei a uma pilha de cinquenta p\u00e1ginas em espa\u00e7o simples, eu tamb\u00e9m soube. No m\u00ednimo, eu sabia que os personagens que foram ao baile com Carrie White jamais esqueceriam o que aconteceu. Os poucos que sobreviveram \u00e0 ocasi\u00e3o, \u00e9 claro.\u00a0<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">P\u00e1gina 71.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A dor educa. Se ela vier acompanhada de uma perda, acaba educando muito mais. Foi assim que Stephen encarou a morte, quando descobriu que sua m\u00e3e tinha c\u00e2ncer de \u00fatero, isso em 1973. Quem perdeu um ente por causa dessa terr\u00edvel doen\u00e7a sabe como a pessoa fica, e principalmente como ficam os familiares.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil encarar e principalmente aceitar a morte de uma m\u00e3e. Stephen teve um longo e dif\u00edcil problema com bebida e drogas, o que acabou influenciando no seu processo criativo. Sabendo que estava caminhando para o fim a passos largos, foi atrav\u00e9s dos seus contos que tentava pedir ajuda.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Foi nesta \u00e9poca que t\u00edtulos como <strong><a href=\"http:\/\/www.objetiva.com.br\/livro_ficha.php?id=332\">O Iluminado<\/a><\/strong> e Os estranhos (publicado pela Francisco Alvez Editora) ganharam vida. Esta parte da narrativa \u00e9 a mais indicada para quem quer conhecer um pouco da vida de King.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que \u00e9 a escrita<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_99\" style=\"width: 2602px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.25.33.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-99\" class=\"size-full wp-image-99\" src=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.25.33.jpg\" alt=\"Sum\u00e1rio. (Foto: Fernando Rhenius)\" width=\"2592\" height=\"1456\" srcset=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.25.33.jpg 2592w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.25.33-300x169.jpg 300w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.25.33-768x431.jpg 768w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.25.33-1024x575.jpg 1024w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.25.33-350x197.jpg 350w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.25.33-860x484.jpg 860w\" sizes=\"auto, (max-width: 2592px) 100vw, 2592px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-99\" class=\"wp-caption-text\">Sum\u00e1rio. (Foto: Fernando Rhenius)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Escrever \u00e9 uma arte. Transcrever para um papel, desejos, pensamentos e opini\u00f5es de forma correta, \u00e9 o sonho de quem vive para escrever. Fazer outra pessoa entender a mensagem que passamos deve ser feita de maneira simples e direta. Nesta pequena parte do livro, com apenas duas p\u00e1ginas, King leva a conversa para um tom mais s\u00e9rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A escrita n\u00e3o deve ser feita de forma leviana, principalmente se a pessoa for postulante a escritor independente da sua forma\u00e7\u00e3o. Escrever tem que ser encarado com profissionalismo, e principalmente serenidade. \u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">King acredita que a hist\u00f3ria que \u00e9 escrita liga as pessoas. \u201cA menina de vestido vermelho\u201d, pode ser interpretada de v\u00e1rias maneiras, ela \u00e9 loira? Morena? Qual a tonalidade de sua roupa? Por mais que cada pessoa visualize uma menina de vestido vermelho diferente, a informa\u00e7\u00e3o passada \u00e9 clara. Este \u00e9 o objetivo da escrita.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O local que se escreve e se l\u00ea deve ser s\u00f3 seu. Muitos gostam de escrever e ler ouvindo m\u00fasica, sentados em algum banco de pra\u00e7a ou esparramados em uma cama macia. O lugar deve ser \u00fanico e adequado, aonde sua o foco seja o livro e a leitura. S\u00f3 assim podemos dar raz\u00e3o ao nosso trabalho.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Caixa de Ferramentas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O ponto alto e principal dica desta parte do livro \u00e9 clara. Voc\u00ea gosta de escrever? Precisa ler, ler e ler muito. Seja livros, revistas ou at\u00e9 bula de rem\u00e9dio. Com a leitura conhecemos palavras, formas de escrita. S\u00f3 assim para nosso c\u00e9rebro captar tudo e conseguirmos passar para o papel. King chama o seu conhecimento, sua experi\u00eancia na escrita de \u201ccaixa de ferramentas\u201d. \u00c9 a parte mais t\u00e9cnica do livro, mas nem por isso a mais chata.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>Coloque seu vocabul\u00e1rio na primeira bandeja da sua caixa de ferramentas e n\u00e3o fa\u00e7a qualquer esfor\u00e7o consciente para melhor\u00e1-lo. (Voc\u00ea vai fazer isso enquanto l\u00ea, \u00e9 claro\u2026 mas vamos deixar esse assunto para depois.) Uma das piores coisas que se pode fazer \u00e9 tentar enfeitar o vocabul\u00e1rio, procurando por palavras longas por que tem vergonha de usar as curtas de sempre.\u00a0<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">P\u00e1gina 104.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Usar as palavras corretamente, n\u00e3o ficar \u201cfloreando\u201d o texto para tentar dar um tom sisudo. Isso vai passar a falsa impress\u00e3o de dom\u00ednio do assunto, estragando todo o seu trabalho. As dicas neste cap\u00edtulo s\u00e3o imensas. Nem o melhor dos manuais de gram\u00e1tica vai lhe ensinar mais do que esta parte. Com exemplos, broncas e muitas, muitas dicas.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>O sujeito t\u00edmido escreve \u201ca reuni\u00e3o ser\u00e1 realizada \u00e0s sete horas\u201d porque, de alguma forma, a frase diz a ele \u201cescreva dessa maneira e todos v\u00e3o acreditar que voc\u00ea realmente sabe\u201d. Livre-se desse pensamento traidor. N\u00e3o seja um trouxa! Aprume-se, erga o queixo e assuma o controle da tal reuni\u00e3o! Escreva \u201ca reuni\u00e3o ser\u00e1 \u00e0s sete\u201d. \u00c9 isso meu Deus do c\u00e9u! Voc\u00ea est\u00e1 se sentindo melhor, n\u00e3o est\u00e1?<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0P\u00e1gina 109.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o vou me alongar neste cap\u00edtulo do livro, correndo o risco de fazer um manual de como escrever. Cada um tem seu estilo, seus truques para p\u00f4r no papel suas ideias e pensamentos. Quem gosta de escrever, sendo escritor, jornalista ou apenas um entusiasta da coisa vai devorar esta parte mais de uma vez. Os coment\u00e1rios que King d\u00e1 para erros comuns de jovens escritores \u00e9 algo incr\u00edvel. A indigna\u00e7\u00e3o em erros simples, a transcri\u00e7\u00e3o disso para o livro d\u00e1 a impress\u00e3o que ele est\u00e1 olhando um dos nossos trabalhos e falando \u201cest\u00e1 uma porcaria!\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre a Escrita<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Uma coisa que sempre norteou meus pensamentos, e acredito de quem gosta de escrever \u00e9: \u201cAlgu\u00e9m l\u00ea o que escrevo?\u201d Hoje com uma infinidade de blogs, sites e publica\u00e7\u00f5es online, ter um espa\u00e7o s\u00f3 seu \u00e9 algo f\u00e1cil e obtido sem grandes dificuldades.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Logo, ser um diferencial em um meio t\u00e3o competitivo \u00e9 complicado, mas n\u00e3o imposs\u00edvel. Nesta parte do livro King nos d\u00e1 uma das melhores li\u00e7\u00f5es do livro. Nem todo material j\u00e1 publicado \u00e9 melhor do que voc\u00ea tem na sua frente. Assim como na blogsfera, o mercado editorial tem muita coisa ruim, mas que chega a ser publicado por N motivos, nem sempre a qualidade do seu conte\u00fado \u00e9 levado em conta.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_100\" style=\"width: 1466px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.26.42-e1467489789587.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-100\" class=\"size-full wp-image-100\" src=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.26.42-e1467489789587.jpg\" alt=\"Uma das partes mais legais: a edi\u00e7\u00e3o do conto 1408. (Foto: Fernando Rhenius)\" width=\"1456\" height=\"2592\" srcset=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.26.42-e1467489789587.jpg 1456w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.26.42-e1467489789587-169x300.jpg 169w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.26.42-e1467489789587-768x1367.jpg 768w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/2016-06-27-14.26.42-e1467489789587-575x1024.jpg 575w\" sizes=\"auto, (max-width: 1456px) 100vw, 1456px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-100\" class=\"wp-caption-text\">Uma das partes mais legais: a edi\u00e7\u00e3o do conto 1408. (Foto: Fernando Rhenius)<\/p><\/div>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>N\u00f3s lemos para experimentar a mediocridade e a podrid\u00e3o indiscut\u00edveis; essa experi\u00eancia nos ajuda a recolher este tipo de coisa quando ela come\u00e7a a se infiltrar em nosso pr\u00f3prio trabalho e a nos livrar dela. Tamb\u00e9m lemos para nos compararmos aos bons e aos grandes, para ter uma no\u00e7\u00e3o de tudo o que pode ser feito. E tamb\u00e9m lemos para ter contato com diferentes estilos.<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0P\u00e1gina 128.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O passado de King est\u00e1 presente neste trecho do livro. Todo o processo que ele criou para montar seus contos, nada extremamente dif\u00edcil, mas que \u00e9 sua marca registrada e pode ser feita por qualquer postulante a escritor. Esta parte \u00e9 voltada mais para quem quer levar a profiss\u00e3o da escrita adiante. N\u00e3o \u00e9 algo chato de ser ler, muito pelo contr\u00e1rio. S\u00e3o passadas informa\u00e7\u00f5es importantes de como o autor desenvolve personagens e m\u00e9todos de cria\u00e7\u00e3o. A hist\u00f3ria est\u00e1 aonde menos se imagina.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>Eu me apoio mais na intui\u00e7\u00e3o, e consigo fazer isso por que meus livros se baseiam em situa\u00e7\u00f5es mais do que em hist\u00f3rias. Algumas das ideias que produziram os livros s\u00e3o mais complexas que outras, mas a maioria come\u00e7a com uma simples vitrine de uma loja de departamentos ou uma est\u00e1tua de cera. Gosto de colocar um grupo de personagens (talvez um par, talvez s\u00f3 um) em algum tipo de situa\u00e7\u00e3o desagrad\u00e1vel e v\u00ea-los tentando se libertar. Meu trabalho n\u00e3o \u00e9 ajud\u00e1-los a encontrar uma sa\u00edda, ou manipul\u00e1-los para que fiquem a salvo &#8211; esses s\u00e3o trabalhos que exigem a barulhenta perfuratriz do enredo -, mas sim acompanhar o que acontece e depois colocar no papel.<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0P\u00e1gina 142.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre a vida: Um Postscriptum<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A \u00faltima parte do livro \u00e9 um relato sobre o acidente que Stephen King sofreu em junho de 1999. Na \u00e9poca o escritor foi atropelado enquanto caminhava perto de sua casa no Maine. Sofreu perfura\u00e7\u00f5es no pulm\u00e3o, teve costelas quebras e ficou literalmente quebrado da cintura para baixo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O causador de tanta dor, Bryan Smith, perdeu o controle do seu furg\u00e3o acertando Stephen que caminhava no acostamento em uma estrada perto da sua casa. Sua perna estava quebrada em nove lugares e a reconstru\u00e7\u00e3o seria complicada, mas poss\u00edvel. Depois de cinco cirurgias as chances de voltar a andar n\u00e3o eram as mais favor\u00e1veis. Cinco semanas ap\u00f3s o atropelamento e de intensa fisioterapia, King voltou a escrever.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>Eu n\u00e3o queria voltar ao trabalho. Estava sentindo muita dor, n\u00e3o conseguia dobrar o joelho direito e era obrigado a usar um andador. N\u00e3o me imaginava sentando atr\u00e1s de uma mesa por muito tempo, nem mesmo de cadeira de rodas. Por causa do meu quadril destro\u00e7ado, sentar por mais de quarenta minutos era uma tortura, e por mais de uma hora e quinze minutos, imposs\u00edvel. Al\u00e9m disso, o pr\u00f3prio livro parecia mais intimidador do que nunca &#8211; como escrever sobre di\u00e1logos e personagens, sobre como conseguir um agente, quando a coisa mais importante do meu mundo era o intervalo at\u00e9 a pr\u00f3xima dose de oxicodoma?<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0P\u00e1gina 226.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A cada linha desta parte do livro a dor sentida por King passa para voc\u00ea de uma forma absurda. Sem d\u00favida a narrativa desta trag\u00e9dia seja a melhor forma de definir a escrita. Rica em detalhes, reviravoltas e surpresas. O que teria acontecido com Bryan Smith?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Stephen King creditou aos m\u00e9dicos sua recupera\u00e7\u00e3o e por que n\u00e3o renascimento. Mas foi sua esposa Tabitha, que esteve ao seu lado durante esta fase complicada. N\u00e3o s\u00f3 nela, mas desde que se conheceram em um clube de leitura em 1969. Ela segurou as pontas durante as vacas magras, as brigas e a crise com bebidas e drogas. Foi mulher, esposa e m\u00e3e em muitos momentos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s ler a parte do acidente, \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o sentir aquele frio na espinha quando King senta no sof\u00e1 para uma conversa com George RR Martin. Parece que a perna vai quebrar a qualquer momento!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/v_PBqSPNTfg\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Por mais que a escrita pode ser uma coisa solit\u00e1ria, algo entre o escritor e os personagens que cria, muito do apoio e inspira\u00e7\u00e3o vieram da sua companheira de todos os momentos. Todos temos aquela pessoa que tem a honra de ler nosso trabalho pela primeira vez, aquela pessoa que tem a liberdade da cr\u00edtica (ela \u00e9 necess\u00e1ria) mas que n\u00e3o \u00e9 vista como algo ruim ou pessimista. Arisco a dizer que muito do sucesso obtido por King nestes anos se deu pela companheira que escolheu para dividir seus sucessos e infort\u00fanios. Amor n\u00e3o paga a conta mas deixa a vida muito melhor. Pensamos melhor, agimos com mais serenidade quando estamos do lado da pessoa que nos completa, que aceita muito mais nossos defeitos do que qualidades.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A parte que mais sintetiza o que \u00e9 a escrita \u00e9 esta em uma da \u00faltimas p\u00e1ginas do livro:<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>A escrita n\u00e3o \u00e9 para fazer dinheiro, ficar famoso, transar ou fazer amigos. No fim das contas, a escrita \u00e9 para enriquecer a vida daqueles que leem seu trabalho, e tamb\u00e9m para enriquecer sua vida. A escrita serve para despertar, melhorar e superar. Para ficar feliz, ok? Ficar feliz.\u00a0<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">P\u00e1gina 229.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E, por fim, Parte I: Porta fechada, porta aberta<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A \u00faltima parte traz um dos seus mais c\u00e9lebres contos, <a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/ate-quando-tudo-e-eventual\/\">1408<\/a>. King mostra o texto bruto e depois a vers\u00e3o editada, al\u00e9m de detalhar cada altera\u00e7\u00e3o. Um deleite para os f\u00e3s, que acabam conhecendo mais um pouco do processo criativo do autor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Os dois cap\u00edtulos seguintes s\u00e3o uma s\u00e9rie de livros recomendados que ajudaram e muito na lapida\u00e7\u00e3o da sua escrita. Muitos deles est\u00e3o dispon\u00edveis no Brasil.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Mesmo n\u00e3o sendo um livro de fic\u00e7\u00e3o, <\/span>Sobre a Escrita<span style=\"font-weight: 400;\"> nos faz entender um pouco de como funciona a cabe\u00e7a desde grande escritor. Suas mem\u00f3rias, o processo de cria\u00e7\u00e3o, e at\u00e9 seus problemas com a drogas e o acidente. King conseguiu retirar experi\u00eancias das partes complicadas da sua vida. Cada hist\u00f3ria tem um peda\u00e7o de suas dores e gl\u00f3rias. Leitura super recomendada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre a Escrita &#8211; A arte em mem\u00f3rias<\/p>\n<p><b>Tradu\u00e7\u00e3o:<\/b> Michel Teixeira<\/p>\n<p>Biografia e Mem\u00f3rias<\/p>\n<p>ISBN: 9788581052779<\/p>\n<p>Lan\u00e7amento: 01\/04\/2015<\/p>\n<p>Formato: 16 x 23<\/p>\n<p>256 p\u00e1ginas<\/p>\n<p class=\"vermelho\"><a href=\"http:\/\/www.livrariacultura.com.br\/p\/sobre-a-escrita-15070910\">Comprar\u00a0<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<pre style=\"text-align: justify;\">Referencia bibliogr\u00e1fica\r\nKING, Stephen.\u00a0Sobre a Escrita. 1. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015. 256 p.<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um bilhete, uma reda\u00e7\u00e3o ou um livro. 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