{"id":82,"date":"2016-06-25T17:37:25","date_gmt":"2016-06-25T17:37:25","guid":{"rendered":"http:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/?p=82"},"modified":"2016-06-27T14:36:58","modified_gmt":"2016-06-27T14:36:58","slug":"ate-quando-tudo-e-eventual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/ate-quando-tudo-e-eventual\/","title":{"rendered":"At\u00e9 quando Tudo \u00e9 Eventual?"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_83\" style=\"width: 2602px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-12.59.53.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-83\" class=\"wp-image-83 size-full\" src=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-12.59.53.jpg\" alt=\"2016-06-25 12.59.53\" width=\"2592\" height=\"1456\" srcset=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-12.59.53.jpg 2592w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-12.59.53-300x169.jpg 300w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-12.59.53-768x431.jpg 768w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-12.59.53-1024x575.jpg 1024w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-12.59.53-350x197.jpg 350w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-12.59.53-860x484.jpg 860w\" sizes=\"auto, (max-width: 2592px) 100vw, 2592px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-83\" class=\"wp-caption-text\">O suspense j\u00e1 come\u00e7a na suntuosa capa. (Foto: Fernando Rhenius)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O que \u00e9 eventual? Segundo o dicion\u00e1rio: <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cadj. Cuja certeza n\u00e3o pode ser comprovada; que pode ou n\u00e3o acontecer; casual. Que acontece em certas circunst\u00e2ncias; ocasional.\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> Este \u00e9 clima que se encontra no livro <strong><a href=\"http:\/\/www.objetiva.com.br\/livro_ficha.php?id=653\">Tudo \u00e9 Eventual<\/a><\/strong>, livro de contos de Stephen King, lan\u00e7ado no Brasil em 2005 pela editora <strong><a href=\"http:\/\/www.objetiva.com.br\/suma.php\">Suma de Letras<\/a><\/strong>. Nos EUA a obra ganhou vida em 2001.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Com 14 contos, que tiveram sua disposi\u00e7\u00e3o segundo o autor baseadas em um jogo de cartas, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cTal ordem criou de fato um equil\u00edbrio muito bom entre as hist\u00f3rias liter\u00e1rias e aquelas escritas obviamente para assustar.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d Disse King no sum\u00e1rio. A falta de previsibilidade, com reviravoltas e finais nem sempre \u00f3bvios, fez muito bem no manuseio da obra. Hist\u00f3rias curtas, seguidas de textos mais longos. Um conto de terror, e para dar uma aliviada na leitura um texto um pouco mais leve, com um ar c\u00f4mico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O tamanho dos contos tamb\u00e9m foi bem escalonado, dando a oportunidade de se programar para a leitura e n\u00e3o deixar nada para tr\u00e1s. Outro diferencial da obra \u00e9 o di\u00e1logo que King tem com seus leitores. Antes ou p\u00f3s cada hist\u00f3ria, uma explica\u00e7\u00e3o sobre sua cria\u00e7\u00e3o. O livro tamb\u00e9m conta com uma introdu\u00e7\u00e3o que uma cr\u00edtica incrustada. King nunca foi f\u00e3 de inova\u00e7\u00f5es na publica\u00e7\u00e3o de suas obras. Com o advento dos ebooks, o autor sempre se manteve longe desta novidade. Lan\u00e7ou dois trabalhos nessa m\u00eddia. \u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Andando na bala<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d, presente no livro e \u201c<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Milha 81<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d, este somente em formato digital, ainda\u2026<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sala de aut\u00f3psia 4<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Este conto abre os trabalhos. Se voc\u00ea tem medo de ambientes fechados, p\u00e2nico de morrer asfixiado ou sua mente congela quando em algum filme v\u00ea uma pessoa com a boca costurada, vai faltar ar para descobrir o destino de Howard Cottrell. Um pacato corretor de im\u00f3veis que do nada acorda em uma cama de um centro m\u00e9dico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Cottrell est\u00e1 acordado, pelo menos \u00e9 o que pensa. Seus \u00fanicos companheiros na sala s\u00e3o uma m\u00e9dica e dois auxiliares. Ele tenta falar, mas apenas seus olhos conseguem passar alguma informa\u00e7\u00e3o. O p\u00e2nico come\u00e7a a tomar conta do seu corpo e mente, principalmente quando percebe a quantidade de utens\u00edlios cir\u00fargicos que est\u00e3o ao seu lado prontos para rasgar seu corpo. \u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>\u201cMas se eu estou morto, como posso ter sensa\u00e7\u00f5es? Sentir o cheiro deste saco? Como posso ouvir essas vozes, a m\u00e9dica dizendo que no pr\u00f3ximo s\u00e1bado vai dar banho no cachorro que tamb\u00e9m se chama Rusty, que coincid\u00eancia, e ouvir todos eles rindo? Se estou morto, por que tamb\u00e9m n\u00e3o desapareci ou entrei por aquela luz branca de que sempre falam no programa da Oprah?\u201d <\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">P\u00e1gina 21.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A medida que a hist\u00f3ria ganha corpo, a sensa\u00e7\u00e3o de aprisionamento do personagem e principalmente a nossa aumenta. Somente no final conseguimos soltar aquele \u201cufa!\u201d Mais por conseguir se livrar daquela sala, do que pelo destino de Cottrel.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O homem do terno preto<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Quem foi crian\u00e7a sabe, principalmente os mais levados. Para conter o \u00edmpeto de seus rebentos na pr\u00e9-adolesc\u00eancia, muitos pais acabam criando monstros para deixar seus filhos mais ajuizados. A medida muitas vezes pode at\u00e9 ser ben\u00e9fica, mas os traumas que ficam na mente dos pequenos duram para sempre.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Hist\u00f3rias envolvendo o homem do saco, s\u00e3o comuns. Ele tem v\u00e1rios nomes dependendo da regi\u00e3o. Foi mais ou menos isso que viveu Gary. Um menino de nove anos que no ver\u00e3o de 1914, tinha entre as obriga\u00e7\u00f5es ajudar os pais. O \u00fanico passatempo que uma crian\u00e7a de Motton nos EUA poderia ter naquela \u00e9poca. Pescar. \u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Naquele dia Gary deixou os afazeres de lado e resolveu tentar a sorte no rio Castle. Queria surpreender o pai e \u00e9 claro tirar uma folga do trabalho da fazenda. Mesmo com o aviso de n\u00e3o ultrapassar os limites do bosque e principalmente a bifurca\u00e7\u00e3o do rio, n\u00e3o se conteve.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Passou dos limites estipulados pelo pai. A pescaria ia bem at\u00e9 ser abordado por uma figura suspeita. O homem sabia seu nome e profetizou algo que deixaria o pequeno aterrorizado. Correr seria a melhor op\u00e7\u00e3o, e assim o fez. Como iria escapar de algu\u00e9m mais forte e mais velho? Qual seria a rea\u00e7\u00e3o do pai ao se defrontar com aquele homem?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>\u201cVirei a cabe\u00e7a para ver quem batera palmas. Havia um homem em p\u00e9 l\u00e1 em cima, no limite das \u00e1rvores. Tinha um rosto muito comprido. P\u00e1lido e estreito, e seu cabelo escuro penteado para tr\u00e1s seguindo o formato do cr\u00e2nio era repartido com rigoroso cuidado do lado esquerdo. O Homem muito alto, vestia um terno preto completo, com colete, e eu soube imediatamente que n\u00e3o era um ser humano porque seus olhos tinham o vermelho alaranjado das chamas de um fog\u00e3o a lenha.\u201d<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> Pagina 54.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Muitas vezes duvidamos do que cruza nossa vida em determinada \u00e9poca, ou do que nossos filhos contam que ouviram ou viram algo na rua a noite ou dentro do arm\u00e1rio. Algumas lembran\u00e7as s\u00e3o para sempre, e nem toda s\u00e3o boas.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_85\" style=\"width: 2602px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-85\" class=\"size-full wp-image-85\" src=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.jpg\" alt=\"Sum\u00e1rio com uma pequena explica\u00e7\u00e3o sobre a sequ\u00eancia dos contos. (Foto: Fernando Rhenius)\" width=\"2592\" height=\"1456\" srcset=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.jpg 2592w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13-300x169.jpg 300w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13-768x431.jpg 768w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13-1024x575.jpg 1024w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13-350x197.jpg 350w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13-860x484.jpg 860w\" sizes=\"auto, (max-width: 2592px) 100vw, 2592px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-85\" class=\"wp-caption-text\">Sum\u00e1rio com uma pequena explica\u00e7\u00e3o sobre a sequ\u00eancia dos contos. (Foto: Fernando Rhenius)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tudo o que voc\u00ea ama lhe ser\u00e1 arrebatado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Todos temos nossas manias. Muitos s\u00e3o chamados de exc\u00eantricos por colecionar latinhas de cerveja, brinquedos dos anos 70 ou bolinhas de gude. Independentemente da idade todos acabamos angariando coisas que entulham nossa casa, mas que revelam muito da nossa personalidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Isso pode ser algum dist\u00farbio emocional. Muitos podem acabar naqueles programas de acumuladores. Este n\u00e3o era o caso de Alfie Zimmer. Um solit\u00e1rio vendedor que parou em um hotel a beira da interestadual 80 a oeste de Lincoln.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Zimmer tamb\u00e9m colecionava algo, frases que decoravam as portas de banheiros. Muitas delas tinham sua poesia, outra era apenas um modo dos seus autores destilarem seu \u00f3dio sobre qualquer coisa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Cada vez que encontrava alguma frase que julgasse relevante acabava transcrevendo em sua caderneta vermelha. Era sua companheira de muitos e muitos anos. Cada frase lhe reavivava a mem\u00f3ria. Mas Zimmer era um homem solit\u00e1rio, e pessoas solit\u00e1rias tem pensamentos suicidas em algum momento da vida.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>\u201cAlfie come\u00e7ara a cole\u00e7\u00e3o quando vendia os aparelhos para a leitura de c\u00f3digos. Anotando v\u00e1rios trechos de grafites no caderno inicialmente se saber por que o fazia. Eram apenas divertidos, ou desconcertantes, ou os dois ao mesmo tempo. Entretanto, pouco a pouco, ficara fascinado com essas mensagens da Interestadual, onde as \u00fanicas outras comunica\u00e7\u00f5es eram far\u00f3is baixos, quando se rodava por ali sob a chuva, ou talvez algu\u00e9m de mau humor fazendo um gesto obsceno quando se passava pela pista espalhando neve.\u201d<\/strong><\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> P\u00e1gina 78.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Entre o desejo de tirar a pr\u00f3pria vida que julgava med\u00edocre, Zimmer relia as frases que colecionava, e pensava na vida que tinha e na filha que tanto amava. Dentre os contos do livro este n\u00e3o tem terror, ou algo sobrenatural. Tem um final pouco convencional. Stephen King nos faz refletir que muitas vezes nos apegamos a bens, s\u00edmbolos e acabamos deixando de lado o \u201cmundo real\u201d que existe a nossa volta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Morte de Jack Hamilton<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Um conto ambientando nos anos 30, aonde bandidos eram tratados como her\u00f3is por muitos no melhor estilo Bonnie e Kleid. A hist\u00f3ria gira em torno de Johnnie Dellinger e seus comparsas. Ca\u00e7ados pelo FBI, criaram uma amizade mais intensa do que a de muitos casais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><strong><i>\u201cNa corrida para Aurora, Jack sentou-se apoiado na janela, a cabe\u00e7a voando e a seguir batendo contra o vidro cada vez que pass\u00e1vamos para um buraco grande. Resmungando, ele mantinha uma longa conversa com gente que eu n\u00e3o conseguia ver quando j\u00e1 est\u00e1vamos fora da cidade, eu e Johnnie tivemos que abrir as janelas. Caso contr\u00e1rio, seria dif\u00edcil aguentar aquele cheiro. Jack estava apodrecendo de dentro para fora, mas n\u00e3o morria. Eu j\u00e1 tinha ouvido dizer que a vida \u00e9 fr\u00e1gil e passa r\u00e1pido, mas n\u00e3o acredito; seria melhor que fosse.\u201d<\/i><\/strong> P\u00e1gina 103.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O companheirismo fica evidente durante todo o conto. A persegui\u00e7\u00e3o do \u201cBando Dellinger\u201d como \u00e9 chamado o trio de bandidos, passa por diversas regi\u00f5es americanas. Fugitivos e machucados, os infratores da lei passam por prova\u00e7\u00f5es e muitas vezes auto piedade. O crime compensa? King nos passa mais uma bela li\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na c\u00e2mara da morte<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Em algum pa\u00eds da Am\u00e9rica latina, Fletcher, um jornalista capturado pelo \u201csistema\u201d. \u00a0Amigo de algu\u00e9m odiado ou que sabe demais do governo local, o americano \u00e9 levado para algum bunker.\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Em um ambiente in\u00f3spito, todo tipo de tortura come\u00e7a a ser feita em cima do informante. Seja com agress\u00f5es, e principalmente psicol\u00f3gica, Fletcher est\u00e1 determinado a n\u00e3o revelar sua fonte.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><strong><i>\u201cFletcher olhou para Escobar e esticou os dedos da m\u00e3o esquerda. Os m\u00fasculos daquele bra\u00e7o ainda se contorciam, mas a sensa\u00e7\u00e3o diminu\u00eda aos poucos. Pensou que, quando chegasse a hora, poderia usar o bra\u00e7o. E da\u00ed que Ram\u00f3n atirasse nele? Heinz que experimentasse se sua m\u00e1quina poderia ressuscitar o morto.\u201d<\/i><\/strong> P\u00e1gina 153.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A hist\u00f3ria tem um clima claustrof\u00f3bico. A narrativa cheia de detalhes, mas apenas o suficiente, d\u00e1 aquela sensa\u00e7\u00e3o de aprisionamento. Os di\u00e1logos, a rea\u00e7\u00e3o dos personagens, faz o leitor querer sair daquele ambiente quente, cheirando a umidade e impregnado pela fuma\u00e7a do cigarro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As Irm\u00e3zinhas de Eluria<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Este \u00e9 para quem acompanha a s\u00e9rie \u201cA Torre Negra\u201d. Classificada pelo autor como sua obra mais c\u00e9lebre, conta a hist\u00f3ria de Roland de Gilead, um pistoleiro, o \u00faltimo em um ambiente dist\u00f3pico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Sua busca \u00e9 por um mago, Walter. O conto se passa no in\u00edcio desta busca. Para quem n\u00e3o leu a s\u00e9rie, n\u00e3o vai se sentir perdido. Para quem leu, \u00e9 a chance de conhecer mais alguns fatos sobre Gilead.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201c<strong>Em algum momento posterior, ele abriu os olhos de novo, um pouco esperan\u00e7oso de ver o rosto jovem e bonito da Irm\u00e3 Jenna. Pairando acima dele. E aquela v\u00edrgula de cabelo escuro mais uma vez saindo da sua touca. Mas n\u00e3o havia nada. Os drapeados de seda l\u00e1 em cima estavam mais brilhantes que nunca e, embora fosse imposs\u00edvel saber as horas com alguma precis\u00e3o. Roland adivinhou que era por volta do meio-dia. Talvez tr\u00eas horas depois da sua segunda tigela de sopa das Irm\u00e3s.\u201d<\/strong><\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> P\u00e1gina 189.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Como dito, o pistoleiro acaba encontrando uma cidade, no melhor estilo velho oeste. O local, totalmente deserto o intriga. Come\u00e7a a explorar os locais, acaba sendo surpreendido por seres monstruosos. Acorda em uma esp\u00e9cie de hospital aos cuidados de religiosas. Esta irm\u00e3s estariam ao seu lado, ou apenas o mantendo vivo para fazer algo com seu corpo e sua alma?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tudo \u00e9 eventual<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_84\" style=\"width: 2602px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.00.48.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-84\" class=\"wp-image-84 size-full\" src=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.00.48.jpg\" alt=\"2016-06-25 13.00.48\" width=\"2592\" height=\"1456\" srcset=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.00.48.jpg 2592w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.00.48-300x169.jpg 300w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.00.48-768x431.jpg 768w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.00.48-1024x575.jpg 1024w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.00.48-350x197.jpg 350w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/2016-06-25-13.00.48-860x484.jpg 860w\" sizes=\"auto, (max-width: 2592px) 100vw, 2592px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-84\" class=\"wp-caption-text\">Uma pequena conversa antes ou depois e cada conto. Um suporte interessante a leitura. (Foto: Fernando Rhenius)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O conto que d\u00e1 t\u00edtulo ao livro nos bota em um dilema. O dinheiro que vem f\u00e1cil, vai f\u00e1cil? Ambientado nos dias atuais, conta a hist\u00f3ria de Earnshaw. Adolescente, tipicamente americano com seus sonhos e aliena\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>\u201cTinha um programa que eu e o Pug gost\u00e1vamos e assistir num ver\u00e3o quando \u00e9ramos garotos: o Golden Years. Voc\u00ea provavelmente n\u00e3o lembra dele. Seja como for, havia um sujeito naquele programa que costumava dizer \u201cPerfeita paranoia \u00e9 perfeita consci\u00eancia\u201d. Era o seu lema. E eu tipo acreditava naquilo.\u201d<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> P\u00e1gina 257.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ele tem um dom, que \u00e9 explorado pelo Sr. Sharton, um misterioso e elegante homem que lhe prop\u00f5em um trabalho. A recompensa em dinheiro seria interessante para um adolescente que passava o dia assistindo TV, comendo, indo ao cinema e mexendo no computador. \u00a0A narrativa \u00e9 interessante e nos faz pensar que o dinheiro, o gigante que move o mundo nem sempre \u00e9 aquilo que aparenta ser. Ele abre portas, mas a qual custo?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Teoria de L.T. sobre Animais de Estima\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ainda antes do conto, King avisa que \u00e9 o seu preferido neste livro. Isso acaba deixando o leitor intrigado e \u00e1vido para terminar de ler. A hist\u00f3ria \u00e9 c\u00f4mica. Relata a vida de um casal que n\u00e3o anda muito bem.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Relacionamentos s\u00e3o assim. Sempre um acaba gostando mais do que o outro, e muitas vezes aquele presente que poderia ser a salva\u00e7\u00e3o de um relacionamento desgastado se tora a v\u00edrgula que faltava para o fim.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>\u201cA gata n\u00e3o quis nada com ela desde o primeiro dia. De vez em quando, a gente podia imaginar que Frank pelo menos tentava se dar bem comigo. Sua natureza sempre vencia essa tentativa no final, e ele mastigava um dos meus t\u00eanis ou dava outra mijada numa cueca, mas \u00e0s vezes parecia estar se esfor\u00e7ando. Lambia minha m\u00e3o e talvez me desse um sorriso. Mas geralmente era quando eu tinha alguma coisa na m\u00e3o de que ele quisesse um naco.\u201d<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> P\u00e1gina 281.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">L.T um homem comum, provavelmente comum demais aos olhos da esposa, nunca entendeu o por que dela sumir. Antes disso lhe presenteou com um gato, e ela lhe deu um cachorro. O que era para ser algo frut\u00edfero acabou virando um inferno. Nenhum dos dois acabou gostando dos animais que receberam.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">As implic\u00e2ncias fizeram sua esposa sair de casa repentinamente. O que seria triste, se torna hil\u00e1rio com a guerra entre gato e cachorro sendo o ponto alto do conto. Mesmo assim, o terror tem seu espa\u00e7o e ele vai aparecer da melhor forma poss\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O V\u00edrus da Estrada vai para o norte<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Todos temos em casa objetos que muitas vezes ganham uma vida em nosso imagin\u00e1rio. Quem nunca ganhou algo que por mais simples e que tenha sido dado com um enorme carinho acabou causando arrepios? Pois \u00e9! Esse \u00e9 o enredo que vamos encontrar neste conto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Stephen King sempre criou personagens que tem a escrita como profiss\u00e3o. Aqui n\u00e3o \u00e9 diferente. Richard Kinnell, assim como outros exemplos em sua obra, King deu um ar independente para Richard. Um homem solteiro, e de h\u00e1bitos simples, bem parecido com o pr\u00f3prio Stephen tirando o fato do feliz casamento na vida real.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Richard voltando de uma confer\u00eancia em Boston, acaba se interessando por um quadro que estava \u00e0 venda em uma feira de garagem, coisa bem t\u00edpica nos EUA. O quadro tinha a figura de um jovem em um carro esportivo rodando sob uma ponte.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O que fez Richard comprar o quadro al\u00e9m da sua misteriosa beleza, foi descobrir que o autor, um jovem com problemas com drogas morrera depois de atear fogo em todos os quadros que pintara.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Assim que botou o quadro em seu carro, seguindo para sua casa notou que a figura mudava de forma como se previsse o que aconteceria. A afli\u00e7\u00e3o \u00e9 bem escalonada durante a narrativa. Voc\u00ea realmente vai olhar os quadros da sua casa com uma desconfian\u00e7a ap\u00f3s ler este conto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>\u201cO grau de um sorriso\u2026 a vis\u00e3o de dentes agu\u00e7ados alargando-se ligeiramente\u2026 os olhos obl\u00edquos e apertados\u2026 s\u00e3o coisas bastante subjetivas. \u00c9 poss\u00edvel a pessoa se equivocar sobre isso, e certamente ele n\u00e3o tinha estudado a pintura antes de compr\u00e1-la. Al\u00e9m do mais, havia a distra\u00e7\u00e3o imposta pela Sra. Diment, capaz de deixar maluco um frade de pedra.\u201d<\/strong> <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">P\u00e1gina 301.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Este conto teve uma adapta\u00e7\u00e3o para a TV com a s\u00e9rie\u00a0Nightmares &amp; Dreamscapes. O epis\u00f3dio ganhou o nome de A Pintura. No Brasil passou no canal Warner Channel al\u00e9m de um box em DVD. Para quem assistiu o epis\u00f3dio, vai perceber que muito do terror e da agonia de se sentir perseguido pelo quadro \u00e9 mais destacado no livro.<\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ihMjT2wFIu0\" width=\"853\" height=\"480\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Almo\u00e7o no Caf\u00e9 Gotham<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Relacionamentos sempre s\u00e3o um bom ponto de partida para qualquer hist\u00f3ria. Nesta hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 diferente. Diane em um belo dia resolve terminar o casamento com Steven Davis, um pacato corretor (para ele pacato at\u00e9 demais). Sem a\u00e7\u00e3o, Steven come\u00e7a sua nova vida aos trancos e barrancos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Passados alguns dias recebe o telefone do advogado de Diane, marcam um encontro no Caf\u00e9 Gotham, para acertar os pormenores da separa\u00e7\u00e3o. Poderia ser uma conversa cheia de rancor e m\u00e1goas, mas se torna extremamente violenta. Quem vai dar o primeiro tiro? Daiane? Steven?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>\u201cA express\u00e3o de absoluto horror no rosto dela esmagou at\u00e9 as esperan\u00e7as que eu nem sabia que tinha. Em vez de responder, ela olhou para Humboldt.<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>\u201d<\/strong> P\u00e1gina 333; \u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Este conto \u00e9 um dos mais curtos do livro. N\u00e3o vou me estender para n\u00e3o falar o fim da hist\u00f3ria ou o personagem protagonista. Considero ele um dos mais violentos desta colet\u00e2nea. Pessoas com medo de ambientes muito movimentados podem achar as situa\u00e7\u00f5es da hist\u00f3ria as mais terr\u00edveis poss\u00edveis.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea s\u00f3 pode dizer o nome daquela sensa\u00e7\u00e3o em franc\u00eas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Qual \u00e9 o nome daquela sensa\u00e7\u00e3o que temos quando nos lembramos de algo e que s\u00f3 se pode falar em franc\u00eas? D\u00e9j\u00e0-vu. Temos essas sensa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o lembran\u00e7as de eventos passados. Mas quando s\u00e3o \u00e9 de algo que ainda n\u00e3o ocorreu?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Carol e Bill Shelton, se n\u00e3o fosse pelo \u201ct\u201d seriam parentes de Paul Sheldon, escritor que \u00e9 ref\u00e9m de <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Annie Wilkes em <\/span><a href=\"http:\/\/www.objetiva.com.br\/livro_ficha.php?id=1382\"><strong><i>Misery<\/i><\/strong><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. \u00a0Passando uma segunda lua de mel na Fl\u00f3rida, tudo parecia estar como o combinado, mas n\u00e3o \u00e9 bem assim.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>\u201cMaria ajuda os doentes da Fl\u00f3rida, pensou ela, sem nenhuma ideia do que significa o pensamento. E nesse momento houve um bipe quando o piloto ligou a luz de apertar o cinto. Tinham iniciado a descida final. A zoeira alucinada vai come\u00e7ar, pensou, apertando o cinto.\u201d<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> P\u00e1gina 361.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Como um filme sem um roteiro definido, Carol come\u00e7ar a prever os locais que ainda n\u00e3o foram percorridos pelo casal. A narrativa pode pegar o leitor desprevenido, e a aten\u00e7\u00e3o tem que ser total do come\u00e7o ao fim. O final \u00e9 bem diferente do que se pode imaginar neste tipo de hist\u00f3ria no tempo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1.408<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ambientes assombrados. Todo lugar tem. N\u00e3o seria diferente no hotel Dolphin em Nova York. Mike Enslin um escritor (mais um), se especializou em relatar as lendas urbanas de ambientes como o quarto 1408.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo consta, muita gente morreu local. O gerente do hotel, Olin tenta a todo custo impedir que Enslin passe a noite no quarto. Sem sucesso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>\u201c-e n\u00e3o h\u00e1 nenhuma turn\u00ea sobre fantasmas que pare no Hotel Dolphin, embora fa\u00e7am essa turn\u00ea no Sherry-Netherland, no Plaza e no Park Lane. Temos mantido o 1,408 t\u00e3o quieto quanto poss\u00edvel\u2026\u201d<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> P\u00e1gina 381.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Outro conto que ganhou as telas tendo como protagonistas John Cusack que interpreta Enslin e Samuel L. Jackson como o gerente Olin. Se o filme te assustou, o livro assusta mais. Mesmo tendo visto o filme vale a pena ler o conto. \u00c9 um \u00f3timo exerc\u00edcio para comparar os detalhes entre as duas obras, mesmo sabendo que o filme n\u00e3o substitui o livro em hip\u00f3tese alguma. A hist\u00f3ria nos faz pensar aquele ditado: <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201ccuidado com o que desejas.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d<\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/25egJcVAGnY\" width=\"640\" height=\"480\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Andando na bala<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Tomamos um baque quando recebemos a not\u00edcia de que um parente morreu ou que est\u00e1 gravemente ferido, internado. N\u00e3o tem como ficar indiferente, por mais que voc\u00ea possa n\u00e3o gostar dele. Eleve isso a d\u00e9cima pot\u00eancia quando a pessoa doente \u00e9 a sua m\u00e3e.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Esta foi a forma de Stephen encarar a morte de sua progenitora. Nunca estamos preparados, e ele botou no papel seus sentimentos, medos e frustra\u00e7\u00f5es. Alan Parker recebe a liga\u00e7\u00e3o de uma amiga de sua m\u00e3e, Jean. Com a not\u00edcia de que ela teve um derrame. Alan come\u00e7a sua peregrina\u00e7\u00e3o para chegar ao hospital, j\u00e1 que estuda em outra cidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>\u201cUma n\u00e9voa rasteira, bonita e fulgurante levantava-se da relva. As \u00e1rvores rodeando o cemit\u00e9rio dos tr\u00eas lados sussurravam ante a brisa que come\u00e7ou a soprar. De algum lugar al\u00e9m do cemit\u00e9rio, vinha o som de \u00e1gua correndo e o ocasional plunque-plunque de uma r\u00e3. O lugar era lindo e estranhamente tranquilizador, como um quadro num livro de poemas rom\u00e2nticos.\u201d<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> P\u00e1gina 419.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Como n\u00e3o tinha dinheiro e morando em uma regi\u00e3o universit\u00e1ria, a carona acaba sendo a forma mais r\u00e1pida e econ\u00f4mica para chegar ao seu destino. Mas que tipo de pessoas est\u00e3o dispostas a nos oferecer ajuda em momentos como este? E qual o pre\u00e7o que se deve pagar? Com certeza mais caro do que uma passagem de \u00f4nibus, coisa que Alan vai perceber na ida at\u00e9 o hospital.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Este \u00e9 outro conto que teve uma vers\u00e3o para o cinema. Lan\u00e7ado em 2007, \u201cMontado na bala\u201d, \u00e9 uma \u00f3tima produ\u00e7\u00e3o, mas como comentei no conto anterior, o filme \u00e9 apenas uma vers\u00e3o do conto original. Para se aprofundar mais e viver melhor a hist\u00f3ria a vers\u00e3o impressa \u00e9 indispens\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LeB2wc2seqg\" width=\"640\" height=\"480\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A moeda da sorte<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Quem n\u00e3o sonha em ganhar na loteria, ou em uma mesa de jogos de algum casino de Las Vegas? Este \u00e9 o objetivo de Darlene Pullen. Camareira do <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">The Rancher\u00b4s Hotel.<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Como forma de incentivo no trabalho das camareiras, o hotel deixa em cada quarto um envelope para ajudar na \u201ccaixinha\u201d. Nem sempre os hospedes s\u00e3o am\u00e1veis e deixam algo pomposo no envelope.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Darlene j\u00e1 n\u00e3o contava com a grana extra, at\u00e9 que certo dia um hospede botou singelos 25 centavos como agradecimento pelo servi\u00e7o bem prestado. Como 25 centavos podem mudar a vida de uma pessoa? Ela estar\u00e1 preparada para esta mudan\u00e7a?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><i>\u201cO 322 &#8211; aquele cavalheiro &#8211; deixara 25 cents no seu. E provavelmente lhe deixara algo nos len\u00e7\u00f3is tamb\u00e9m, sem falar numa lembran\u00e7a ou duas no vaso sem apertar a descarga. Porque alguns n\u00e3o conseguem parar de dar. Est\u00e1 em sua natureza.\u201d<\/i><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> P\u00e1gina 453.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O conto \u00e9 engra\u00e7ado e muito din\u00e2mico, o menor do livro. King acertou em por algo leve para fechar sua obra, ap\u00f3s dois contos violentos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Tudo \u00e9 eventual \u00e9 o segundo livro de contos que leio de Stephen King. Se comparado com<a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/a-necessidade-faz-o-acaso\/\"> Escurid\u00e3o Total sem Estrelas<\/a>, podemos at\u00e9 considerar uma leitura mais leve. Tem seus contos de terror, mas muitos s\u00e3o \u201ccalmos\u201d e at\u00e9 c\u00f4micos. O que n\u00e3o muda, s\u00e3o os finais surpreendentes, as passagens de tempo muito bem escritas, al\u00e9m do di\u00e1logo dos personagens. \u00c9 poss\u00edvel tra\u00e7ar a personalidade demon\u00edaca, em algumas linhas de leitura.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Leitura super recomendada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quer acompanhar not\u00edcias sobre literatura? Lan\u00e7amentos? N\u00e3o deixe de seguir nossa p\u00e1gina no<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/jornalismobongasat\/\"> facebook<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Ficha t\u00e9cnica<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"titulo\"><b>Tudo \u00e9 Eventual<\/b><\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Myriam Campello<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>ISBN: 9788581050409<\/p>\n<p>Lan\u00e7amento: 18\/08\/2005<\/p>\n<p>Formato: 16 x 23<\/p>\n<p>Peso: 460 gramas<\/p>\n<p>464 p\u00e1ginas<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.livrariacultura.com.br\/p\/tudo-e-eventual-42156134\">Clique aqui para comprar<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que \u00e9 eventual? Segundo o dicion\u00e1rio: \u201cadj. 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