{"id":163,"date":"2016-08-16T18:49:02","date_gmt":"2016-08-16T18:49:02","guid":{"rendered":"http:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/?p=163"},"modified":"2018-09-16T02:57:03","modified_gmt":"2018-09-16T02:57:03","slug":"resenha-confissoes-do-crematorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/resenha-confissoes-do-crematorio\/","title":{"rendered":"Resenha: Confiss\u00f5es  do Cremat\u00f3rio"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_165\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/2016-08-16-15.20.29.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-165\" class=\"wp-image-165\" src=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/2016-08-16-15.20.29.jpg\" alt=\"(Foto: Fernando Rhenius)\" width=\"1000\" height=\"562\" srcset=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/2016-08-16-15.20.29.jpg 2592w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/2016-08-16-15.20.29-300x169.jpg 300w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/2016-08-16-15.20.29-768x431.jpg 768w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/2016-08-16-15.20.29-1024x575.jpg 1024w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/2016-08-16-15.20.29-350x197.jpg 350w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/2016-08-16-15.20.29-860x484.jpg 860w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-165\" class=\"wp-caption-text\">(Foto: Fernando Rhenius)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Aprendemos na escola que nascemos, crescemos, reproduzimos e morremos. A grosso modo, esta \u00e9 a nossa vida aqui na terra. Muitos acreditam que v\u00e3o para o c\u00e9u, outros que por conta de uma vida cheia de \u201cpecados\u201d, ir\u00e3o para o andar de baixo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Independente da sua cren\u00e7a, op\u00e7\u00e3o religiosa, algo \u00e9 realmente factual. Vamos morrer. Como encaramos esta passagem? Qual os ensinamentos que a vida nos d\u00e1, para quando chegar a hora, encararmos com serenidade este momento? Por que tememos tanto falar sobre isso?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Recentemente li, <a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/resenha-o-cemiterio-de-stephen-king\/\"><strong>O Cemit\u00e9rio<\/strong> de <strong>Stephen King<\/strong><\/a>. A hist\u00f3ria tratava obviamente de morte, e a obsess\u00e3o de <strong>Louis Creed<\/strong> de trazer seu filho de volta a vida. N\u00e3o deu muito certo, mas ele tentou. Creed deixou de lados as conven\u00e7\u00f5es e conceitos pr\u00e9-estabelecidos para encarar a morte do filho de frente. Por mais que seja uma excelente obra de fic\u00e7\u00e3o, quem nunca quis que um parente, amigo ou \u00eddolo voltasse a vida. Dizem que Elvis n\u00e3o morreu, pois, a morte n\u00e3o era muito legal, mas faz parte do jogo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Seja o desejo de Louis Creed de enganar a morte, ou o de milhares de pessoas temerem ela, o livro <strong>Confiss\u00f5es do Cremat\u00f3rio<\/strong> de<strong> Caitlin Doughty<\/strong>, lan\u00e7ado pela<strong><a href=\"http:\/\/www.darksidebooks.com.br\/\"> Darkside Books<\/a><\/strong> tenta mostrar que esta fase da vida pode n\u00e3o ser t\u00e3o dolorosa quanto aprendemos que seja.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><strong><em>\u201cAs pessoas no frigor\u00edfico provavelmente n\u00e3o andariam juntas no mundo dos vivos. O homem negro idoso com infarto do mioc\u00e1rdio, a m\u00e3e branca de meia-idade com c\u00e2ncer de ov\u00e1rio, o jovem hisp\u00e2nico que levou um tiro a poucos quarteir\u00f5es do cremat\u00f3rio. A morte os levou at\u00e9 ali para uma esp\u00e9cie de reuni\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, uma discuss\u00e3o em mesa redonda sobre a n\u00e3o exist\u00eancia. \u201d<\/em><\/strong> P\u00e1gina 28.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Vai existir dor \u00e9 claro. Mas n\u00e3o como aprendemos. Foi com esse pensamento que Caitlin, uma intr\u00e9pida jovem, que tem um fasc\u00ednio pelo m\u00f3rbido acaba conseguindo o emprego em um cremat\u00f3rio, o<strong> Westwind Cremation &amp; Burial<\/strong> em<strong> S\u00e3o Francisco<\/strong>. N\u00e3o \u00e9 o tipo de emprego padr\u00e3o que uma jovem estudante almeja, mas Caitlin era diferente. Gostava de tudo relacionado a morte.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Em um ambiente, que deveria ser triste, o \u00faltimo lugar de vidas boas e ruins, a jovem encontrou pessoas que n\u00e3o viam os \u00faltimos momentos de uma pessoa como algo pesado. Assim com um vendedor, um professor, trabalhar em um cremat\u00f3rio era um trabalho como qualquer outro, com suas caracter\u00edsticas pouco habituais, mas que tinham contas que precisavam ser pagas e principalmente, gerar lucro. Morrer d\u00e1 dinheiro.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><em><strong>\u201cA primeira vez que espiei um corpo em crema\u00e7\u00e3o pareceu uma transgress\u00e3o abomin\u00e1vel, apesar de ser exigido pelo protocolo da Westwind. N\u00e3o importa quanta capas de discos de heavy metal voc\u00ea j\u00e1 tenha visto, quantas gravuras de Hieronymus Bosch das torturas do Inferno ou mesmo a cena de Indiana Jones em que o rosto do nazista derrete &#8211; voc\u00ea n\u00e3o vai estar preparado para testemunhar um corpo sendo cremado. Ver um cr\u00e2nio humano em chamas \u00e9 mais intenso do que os voos mais loucos da sua imagina\u00e7\u00e3o s\u00e3o capazes.\u201d<\/strong><\/em> P\u00e1gina 32.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Esse \u00e9 o principal dilema da autora que \u00e9 adepta da good death (boa morte). Ela n\u00e3o aceita que a morte seja encarada como um com\u00e9rcio, como algo que se possa comprar em uma prateleira de supermercado. A narrativa \u00e9 muito rica em detalhes. Muitas vezes podemos at\u00e9 rir de algumas situa\u00e7\u00f5es, que de t\u00e3o tr\u00e1gicas e bizarras acabam se tornando c\u00f4micas.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_166\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/2016-08-16-15.15.30-e1471373104386.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-166\" class=\"size-full wp-image-166\" src=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/2016-08-16-15.15.30-e1471373104386.jpg\" alt=\"Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas. Um diferencial do livro. (Foto: Fernando Rhenius)\" width=\"1000\" height=\"562\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-166\" class=\"wp-caption-text\">Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas. Um diferencial. (Foto: Fernando Rhenius)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O livro \u00e9 dividido em cap\u00edtulos. Cada qual revela os \u00faltimos momentos de uma pessoa, ou partes dela, antes de ser consumida pelas chamas. Ali n\u00e3o existem pessoas ricas, pobres. O forno n\u00e3o diferencia isso. Ele est\u00e1 incumbido de transformar em cinzas pessoas que puderam pagar. Mesmo assim ele era democr\u00e1tico. Quem n\u00e3o tivesse dinheiro para o processo, era bancado pelo estado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A rotina de um cremat\u00f3rio, se resume a maquiar corpos para que filhos, maridos e m\u00e3es possam dar as \u00faltimas despedidas. Atender fam\u00edlias que tinham perdido pessoas e que achavam absurdo ter que pagar para que fossem queimados. At\u00e9 na hora da morte \u00e9 necess\u00e1rio gastar? Diziam.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Com sua vi\u00e9s humanit\u00e1ria, Caitlin se incomodada como aqueles \u00faltimos momentos eram tratados. Existia o mal cheiro, as formas em decomposi\u00e7\u00e3o, e at\u00e9 uma certa neglig\u00eancia por quem estava habituado com aquilo. O que realmente deixava a autora estarrecida era que as pessoas encaram tudo aquilo como algo que deveria ser escondido, que era o mal. Se a pessoa morreu, ela mereceu aquilo, e n\u00e3o por estar velha ou doente. E tudo precisava ser r\u00e1pido. Ningu\u00e9m gosta de pensar que vai estar dentro de um forno cremat\u00f3rio ou em um caix\u00e3o a sete palmos abaixo da terra, mesmo sendo esse o destino de todos n\u00f3s.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><em><strong>\u201cO hospital se apresentava como um lugar positivo da cura com tecnologia recente e atraentes gravuras de arte havaiana nas paredes. Tudo &#8211; a maca falsa, o necrot\u00e9rio secreto no por\u00e3o &#8211; era cuidadosamente preparado para esconder a morte., para distanci\u00e1-la do p\u00fablico. A morte representava uma falha do sistema m\u00e9dico; n\u00e3o seria permitido perturbar os pacientes e fam\u00edlias.\u201d<\/strong> <\/em>P\u00e1gina 59.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A grande sacada da obra, se comparada com outros t\u00edtulos \u00e9 a forte pesquisa. Caitlin explica nos diversos cap\u00edtulos um pouco de como a morte \u00e9 encarada nas mais diversas civiliza\u00e7\u00f5es e \u00e9pocas. Para isso entrevistou professores, historiadores e leu, leu muito. O resumo bibliogr\u00e1fico no final do livro \u00e9 incr\u00edvel. Podemos considerar o livro n\u00e3o como um mero amontoado de mem\u00f3rias, mas as vertentes da morte em diversas situa\u00e7\u00f5es e contextos. Sem achismos. N\u00e3o que as mem\u00f3rias de Caitlin n\u00e3o fossem importantes, s\u00e3o elas que norteiam toda a narrativa, e \u00e9 sua sensibilidade que d\u00e1 um sabor a tudo. Ter um embasamento sustentado por fatos comprovados tem o seu valor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Com um texto leve, mesmo com termos t\u00e9cnicos dos diversos processos de um cremat\u00f3rio, a obra de Caitlin \u00e9 indispens\u00e1vel para quem quer saber como funciona as entranhas de um cremat\u00f3rio, que trabalhou por muito tempo com algo que todos evitam falar ou encarar.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_167\" style=\"width: 1169px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/unnamed.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-167\" class=\"size-full wp-image-167\" src=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/unnamed.png\" alt=\"Caitlin. Olhando assim n\u00e3o parece gostar tanto da arte de morrer. (Foto: Site da autora)\" width=\"1159\" height=\"652\" srcset=\"https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/unnamed.png 1159w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/unnamed-300x169.png 300w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/unnamed-768x432.png 768w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/unnamed-1024x576.png 1024w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/unnamed-350x197.png 350w, https:\/\/bongasat.com.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/unnamed-860x484.png 860w\" sizes=\"auto, (max-width: 1159px) 100vw, 1159px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-167\" class=\"wp-caption-text\">Caitlin. Olhando assim n\u00e3o parece gostar tanto da arte de morrer. (Foto: Site da autora)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Por conta dessa obsess\u00e3o pela morte, a autora se formou na Cypress College of Mortuary Science, uma das mais importantes faculdades funer\u00e1rias dos Estados Unidos. Com o diploma, virou uma ativista da causa mortu\u00e1ria, tentando disseminar os benef\u00edcios do fim da vida. Deixar tudo mais vivo, bem como combater os lucrativos rumos, que a ind\u00fastria funer\u00e1ria tem na Am\u00e9rica do Norte.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Caitlin mantem um <strong><a href=\"http:\/\/www.orderofthegooddeath.com\/\">site<\/a><\/strong> e um <strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCi5iiEyLwSLvlqnMi02u5gQ\">canal no Youtube<\/a><\/strong>. Nada de sangue escorrendo pela tela, v\u00edsceras espalhadas pelo ambiente ou a linda autora com um cutelo e roupa cir\u00fargica segurando um cr\u00e2nio. Os trabalhos apresentados nos dois espa\u00e7os, s\u00e3o uma continua\u00e7\u00e3o do material encontrado no livro, um local de debates e pontos de vista.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><strong><em>(&#8230;) Um cad\u00e1ver n\u00e3o precisa que voc\u00ea lembre dele. Na verdade, n\u00e3o precisa de mais nada &#8211; fica mais do que satisfeito de ficar ali, deitado, apodrecendo. \u00c9 voc\u00ea que precisa do cad\u00e1ver. Ao olhar para o corpo, voc\u00ea entende que a pessoa se foi, que n\u00e3o \u00e9 mais uma participante ativa do jogo da vida. Ao olhar para o corpo, voc\u00ea se v\u00ea nele e sabe que tamb\u00e9m vai morrer. O contato visual \u00e9 uma chamada \u00e0 auto percep\u00e7\u00e3o. \u00c9 o come\u00e7o da sabedoria.\u201d<\/em><\/strong> P\u00e1gina 178.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Seja por curiosidade, adora\u00e7\u00e3o ou apenas material de estudos, Confiss\u00f5es do Cremat\u00f3rio \u00e9 indispens\u00e1vel para quem quer entender um pouco mais sobre este momento final da vida de qualquer ser humano, receber uma boa aula de hist\u00f3ria, se comover e por que n\u00e3o dar algumas risadas das situa\u00e7\u00f5es pitorescas enfrentadas por Caitlin Doughty?<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>O livro<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Com um conte\u00fado original, o livro em si \u00e9 um cap\u00edtulo \u00e0 parte. Em capa dura, com cores vivas, \u00e9 mais um \u00f3timo trabalho gr\u00e1fico da DarkSide Books. Quem conhece a editora se deleita com a qualidade dos livros, n\u00e3o s\u00f3 a parte autoral. As p\u00e1ginas feitas de um papel mais grosso que o habitual, nos d\u00e3o a impress\u00e3o de que o livro tem mais de 100 anos, algo que foi desenterrado ou achado nas profundezas de alguma biblioteca.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Outros t\u00edtulos como o <strong><a href=\"http:\/\/www.darksidebooks.com.br\/exorcismo-thomas-b-allen\/\">Demonologista<\/a><\/strong> e os <strong><a href=\"http:\/\/www.darksidebooks.com.br\/os-condenados\/\">Condenados<\/a><\/strong> de <strong>Andrew Pyper<\/strong> e <strong><a href=\"http:\/\/www.darksidebooks.com.br\/exorcismo-thomas-b-allen\/#!prettyPhoto[Gallery]\/0\/\">Exorcismo<\/a><\/strong> de <strong>Thomas B. Allen<\/strong> s\u00e3o verdadeiras obras de arte. Podem ser considerados itens de colecionador. Por mais editoras assim no Brasil.<\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/L8RtdsKQYZg\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>Refer\u00eancias<\/p>\n<p><span id=\"dcontexto\" class=\"dcontexto\" title=\"\" data-toggle=\"tooltip\" data-placement=\"top\" data-original-title=\"Autor\u00a01\">KING, Stephen . <\/span><span id=\"dcontexto\" class=\"dcontexto\" title=\"\" data-toggle=\"tooltip\" data-placement=\"top\" data-original-title=\"T\u00edtulo\"><b>O Cemit\u00e9rio<\/b>.\u00a0<\/span><span id=\"dcontexto\" class=\"dcontexto\" title=\"\" data-toggle=\"tooltip\" data-placement=\"top\" data-original-title=\"Edi\u00e7\u00e3o\">2. ed. <\/span><span id=\"dcontexto\" class=\"dcontexto\" title=\"\" data-toggle=\"tooltip\" data-placement=\"top\" data-original-title=\"Local\u00a0de\u00a0publica\u00e7\u00e3o\">Rio de Janeiro: <\/span><span id=\"dcontexto\" class=\"dcontexto\" title=\"\" data-toggle=\"tooltip\" data-placement=\"top\" data-original-title=\"Editora\">Objetiva, <\/span><span id=\"dcontexto\" class=\"dcontexto\" title=\"\" data-toggle=\"tooltip\" data-placement=\"top\" data-original-title=\"Ano\">2013. <\/span><span id=\"dcontexto\" class=\"dcontexto\" title=\"\" data-toggle=\"tooltip\" data-placement=\"top\" data-original-title=\"P\u00e1gina\">424 p.<\/span><\/p>\n<p>DOUGHTY, Caitlin. <strong>Confiss\u00f5es do Cremat\u00f3rio. <\/strong>Rio de Janeiro: Darksite Books, 2016. 256 p.<\/p>\n<p>DOUGHTY, Caitlin. <strong>Order of the good death. <\/strong>2016. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.orderofthegooddeath.com&gt;. Acesso em: 16 ago. 2016.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aprendemos na escola que nascemos, crescemos, reproduzimos e morremos. 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